Archive for the ‘Fotos e Vídeos’ Category

No Brasil a Medicina vai bem?

junho 20, 2010

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Manifestações de estudantes de medicina Brasil afora

junho 12, 2010

Motrando como os estudantes de medicina no Brasil estão se mobilizando para solucionar os problemas…

– Vídeo 1:  Manifestação dos estudantes da medicina da UFPR por melhores condições de estudo.

– Vídeo 2: Ocupação vitoriosa da UNIVASF realizada por estudantes de medicina em prol do hospital de ensino.

E quanto a nossa falta de cadáveres? E falta de estrutura pra aulas práticas de Fisiologia? E a falta de condições mínimas pras aulas de Bases da Técnica Cirúrgica?

Como nos moblizaremos? Ou deixaremos como está?

Bases da Técnica Cirúrgica: como é na UFS? Como é na UNIVASF? Compare!

maio 30, 2010

http://www.youtube.com/watch?v=jLUePrgy1H8

Bom, pessoal, não contentes em apenas citar a falta de estrutura para as aulas práticas de Bases da Técnica Cirúrgica e dizer que em outras universidades esses problemas não acontecem, resolvemos organizar um vídeo e mostrar a realidade nua e crua das aulas práticas dessa disciplina no 6º período de medicina da UFS e mostrar o exemplo concreto de uma universidade onde essa mesma disciplina é ofertada minimamente nas condições práticas necessárias.

Mas aí uns retrucarão:

– Claro, numa universidade particular é tudo muito lindo

E aí a gente responde: trata-se de uma UNIVERSIDADE PÚBLICA, FEDERAL.

– Mas ah, nem se compara a verba que as universidade federais do sul recebem em relação às universidades do nordeste.

E aí mais uma vez a gente responde: trata-se de uma universidade federal, pública, no SERTÃO NORDESTINO.

Vejam vocês mesmos! Depoimentos de estudantes da UNIVASF e depoimentos de estudantes da UFS que estão pegando essa disciplina. As discrepâncias são evidentes!

Nós do coletivo estamos tentando problematizar essa questão da falta de estrutura da disciplina Bases da Tecnica Cirúrgica há algum tempo e esse vídeo ajuda bastante nesse sentido. Mas como apenas problematizar não resolve as questões, a gente espera que mais estudantes se organizem junto com a gente para tentar pensar em ações que possam combater esses problemas e ir em defesa de uma formação médica de qualidade dentro da nossa UFS!

Para acessar o vídeo clique aqui ou no link: http://www.youtube.com/watch?v=jLUePrgy1H8

POR UMA FORMAÇÃO MÉDICA COM PRÁTICA DE QUALIDADE!

A Reforma Sanitária

janeiro 4, 2010

Olá, pessoas!

Bom, primeiramente Feliz Natal atrasado e Feliz Ano Novo! 😉

Depois de muito tempo sem postar no blog, depois de muita comida no Natal e muito champagne no Ano Novo, trazemos mais um tema que foi discutido nas reuniões, A Reforma Sanitária brasileira. Esse é um tema que serve de base para entendermos o contexto de criação do Sistema Único de Saúde  e inúmeros outros temas. Mais uma vez, colocamos à disposição um pequeno texto criado pelo coletivo, os vídeos da reunião (dessa vez o enxugamos para dois vídeos para não torná-lo muito cansativo), os Slides de apresentação e  textos de aprofundamento.

Boa leitura e um grande abraço!

A Reforma Sanitária Brasileira


O início da industrialização traz para as cidades uma enorme massa populacional, oriundas do campo, para viver em condições deploráveis de vida. São essas péssimas condições que fazem aumentar o número de epidemias e consequentemente aumenta a pressão social, que exige do Estado uma maior intervenção em assuntos referentes à saúde.

Essa foi uma realidade que assolou vários países europeus e mais posteriormente o Brasil. A luta por uma intervenção do Estado na saúde não teve, entretanto, um resultado tão imediato como esperado. Na realidade, o sistema de saúde nos moldes atuais foi fruto de um processo lento de conscientização da população e de exigências populacionais, destacando-se nesse contexto a 8ª Conferência Nacional da Saúde e a Reforma Sanitária.

A 8ª Conferência, realizada em 1986 acontece em tempos de fulgor pela redemocratização.  É nesse contexto que cresce os movimentos de saúde e a luta por um sistema que atendesse toda a população. A 8ª Conferência Nacional de Saúde, presidida por Sérgio Arouca, deixa como legado a consolidação da idéia de Reforma Sanitária, um grupo de pessoas que se movimentam em busca das mudanças e transformações de saúde, que atuou durante a Constituinte, auxiliando a construção do Sistema Único de Saúde.

20 anos após a construção do SUS, concluímos que a reforma não findou. Ela não foi um movimento pontual, mas uma ação contínua para que o sistema de Saúde seja na prática o que se descreve em teoria.

São notórios acréscimos que a Reforma Sanitária trouxe para a população, mas essa luta deve continuar. A efetivação de um sistema de saúde equânime, universal e integral depende do controle social, que está nas reivindicações dos estudantes, funcionários e sociedade civil pela melhoria do sistema!

  • Assista aos vídeos da reunião

Assista também à parte 2 e a outros vídeos sobre a Reforma Sanitária:

Conferência Nacional de Saúde – Sérgio Arouca

A Luta pela Reforma Sanitária parte I

A Luta pela Reforma Sanitária parte II

Controle Social – Quem controla o quê

dezembro 15, 2009

Olá, pessoal!

Na reunião do dia 10/12, o coletivo discutiu o tema “Controle Social“. A princípio, podemos ter a falsa impressão de ser um tema bem nada a ver, uma coisa distante da nossa realidade…Entretanto, é um tema muito importante e sempre recorrente nas discussões, não só da saúde, mas do toda a sociedade. Aliás, entender o SUS sem entender o controle social é praticamente impossível!! Então, nesse post, resolvemos trazer para vocês um pequeno texto criado pelo coletivo, os vídeos da reunião de quinta, os slides utilizados na reunião, um vídeo criado pela realista Adriana, e textos de aprofundamento.

Boa leitura, esperamos que gostem!

O que vem à sua mente ao ouvir a expressão “Controle Social?”. Para uns, a idéia transmitida é a de que existe algo controlando a sociedade. Para outros, a de que a sociedade controla algo. Qual seria, então, a interpretação correta? Depende.

Fazendo-se um resgate histórico para o período da ditadura militar, podemos observar a época em que o Estado controlou a sociedade. Nesse período, era vigente um modelo de saúde Hospitalocêntrico privatista, que valorizava a saúde individual, beneficiava apenas um pequeno número de trabalhadores urbanos, apresentava um declínio progressivo das medidas voltadas à saúde publica e que se podia verificar práticas de saúde acondicionadas ao capital externotecnologia e medicamentos, além de um destaque para as no que diz respeito a práticas curativas de caráter assistencialista.

Com a abertura política de 1980, que aconteceu devido aos movimentos sociais organizados que questionavam esse modelo político, houve a queda da ditadura e a partir daí, o modelo até então vigente passa a ser substituído gradativamente pelo controle da sociedade sobre as políticas públicas postas em prática pelo Estado.

Uma das principais organizações surgidas nessa época foi o Movimento de Reforma Sanitária Brasileira, composto basicamente por universitários, profissionais da saúde e setores organizados da sociedade que tinham como lema a defesa da instituição de um modelo de saúde pautado na democracia e na universalidade da assistência. Aliado a esta organização social de grande repercussão, aconteceu em 1986 a VIII Conferência Nacional de Saúde, que em seu relatório, além de defender o direito universal à saúde para toda a população brasileira, também dizia que era imprescindível estimular a participação da população organizada nos núcleos decisórios para a garantia desse direito.

Dois anos após o Sistema Único de Saúde (SUS) é criado com a Constituição de 1988 afirmando que, a partir desse momento, saúde será direito de todos e dever do Estado. Em 1990, com as Leis Orgânicas da Saúde, o SUS é regulamentado e assegura, dentre os seus princípios, a participação da comunidade e sua representação institucional através do estabelecimento de Conselhos e Conferências de Saúde.

As Conferências de Saúde surgem como instâncias nas quais se abre espaço para que a participação social ocorra na formulação das políticas. Elas ocorrem a cada quatro anos nos níveis local, regional e nacional, são compostas por diversas representações sociais e têm como função avaliar a propor as readequações nas políticas de saúde.

Já os Conselhos de Saúde são instâncias deliberativas e paritárias, onde há uma relação direta entre os representantes dos usuários com os setores prestadores de serviço (governo, funcionários e prestadores conveniados e contratados) . A composição do conselho acontece da seguinte maneira: 50% de usuários, 25% de trabalhadores da saúde e 25% de gestores e prestadores de serviço.

Os Conselhos têm a função de formular estratégias e controlar a execução das políticas. Foram criados para que se tornassem canais efetivos de participação da sociedade civil permitindo, assim, que a mesma possa exercer sua cidadania e têm como objetivo principal, incorporar as forças vivas de uma comunidade à gestão de seus problemas e à implementação de políticas públicas destinadas a solucioná-los.

Apesar de as Leis orgânicas da Saúde assegurarem a Participação Popular na elaboração na condução e gestão das Políticas Públicas de Saúde, podemos perceber um hiato entre o que prevê a legislação e a prática efetiva do controle social em saúde. Infelizmente, podemos perceber que muitas vezes, na prática, as necessidades e particularidades de cada comunidade na elaboração de propostas de intervenção no serviço de saúde quase nunca são observadas, trazendo como conseqüência uma não efetivação da co-gestão de usuários e trabalhadores em saúde no sentido de favorecer a melhoria na qualidade da assistência prestada.

Ficam então os nossos questionamentos: Por que essa co-gestão não é efetivada? Por que é tão difícil agregar pessoas para construir? Por que as pessoas não querem participar dos espaços, cobrar o que lhes cabe por direito? Quais são os entraves de todo esse processo?

Durante o debate realizado pelo Coletivo “Seja Realista: Peça o impossível”, várias hipóteses tentaram ser colocadas como resposta. Infelizmente não conseguimos inseri-las no vídeo, pois as baterias das máquinas descarregaram. No entanto, muito foi colocado sobre a inércia da população aliada à falta de esclarecimento sobre a importância do Controle Social e até mesmo sobre o SUS. Diversas falas no debate tentaram propor “métodos” de sensibilizar a população sobre a importância, por exemplo, da participação social nos Conselhos Locais de Saúde. No entanto, seria interessante que cada um de nós fizéssemos a seguinte auto-reflexão: Como eu quero estimular a participação da sociedade nesses espaços de gestão popular se eu não me sinto atraído para participar, apesar de saber toda importância que essa representação tem para a consolidação do SUS? Será que quando descobrirmos a “fórmula” para nos retirar da inércia talvez não fique mais fácil compartilhá-la com a sociedade?

  • Assista aos vídeos da reunião!

Veja as outras partes aqui!

  • Assista ao vídeo de Controle Social:
  • Baixe os slides usados na reunião:

Controle Social.ppt

  • Baixe os textos de aprofundamento:

Participação Popular na Gestão do SUS
Participação Popular no SUS
Princípios do SUS
Controle Social

Há braços!

Movimento

novembro 24, 2009

Olá, pessoas!

Segue abaixo vídeos do Ato Público contra as Fundações Estatais de Direito Privado, realizado em Maceió-AL durante o XXI Seminário do CENEPES (Centro de Estudo e Pesquisa em Educação e Saúde), que contou com participação ativa do nosso Coletivo “Seja Realista: Peça o Impossível”

Para entender as Fundações Estatais de Direito Privado, LEIA AQUI.

Saudações!

Pouca pompa e muita luta!

novembro 21, 2009

Finalmente estamos postando as fotos do XXI Seminário do CENEPES que ocorreu em Maceió-AL e contou com a participação ativa do Coletivo “Seja Realista: Peça o Impossível”

Pré-CENEPES na UFS

 

Ato Público contra as Fundações Estatais de Direito Privado

 

Uh! Uh! Nordeste 1

Para ver todas as fotos, CLIQUE AQUI!

Para entender o porquê do ato público contra as Fundações Estatais de Direito Privado, LEIA AQUI! (o texto é um pouco grande, mas bem fácil de entender, vale a pena)

Breve postaremos os vídeos do ato público contra as FEDP.

Saudações estudantis!