Audiência Pública, por uma UFS melhor!!!

maio 22, 2010 by

Olá amig@s,

Mais uma vez o Coletivo “Seja Realista: Peça o Impossível” vem fazer um chamado:
AUDIÊNCIA PÚBLICA COM A REITORIA ESSA SEMANA!!!

Como todo mundo já ta ligado, a audiência era para ter acontecido dia 13 de maio. Devido ao bolo que o Rei-tor deu em todos os alunos da UFS, a audiência vai acontecer no dia 26 (quarta), as 9h no auditório da reitoria.

Então, todos juntos no dia 26 por uma UFS melhor!!!

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Inscrições, programação e transporte para o EREM

maio 15, 2010 by

Então galera, todo mundo já tá ligado que o EREM 2010 será em Ilhéus-BA e ocorrerá do dia 03 a 06 de junho. Também já estão sabendo que o preço da inscrição está de R$ 50,00 (com direito a alimentação e alojamento). A novidade é que nós do coletivo “Seja Realista: Peça o Impossível” pequisamos durante a semana e conseguimos fechar o orçamento de um ônibus para os estudantes da UFS que estejam interessados em ir.

O ônibus é um modelo de 2007 e possui 28 lugares. O preço por pessoa ficou R$75,00 (ida e volta). Porém, precisamos fechar definitivamente com a empresa até dia 21 (sexta-feira), por isso é necessário que os estudantes interessados confirmem logo presença no ônibus, para que as vagas não acabem e também para que a gente possa garantir logo a ida.

As inscrições pro EREM e/ou para o ônibus podem ser feitas com Jean (3º período, (79) 98489887) no básico e com Adriana (6º período, (79) 88099361) no HU. Mais informações sobre as inscrições, acesse o BLOG DO EREM.

Para confirmar a presença no ônibus e/ou para tirar dúvidas a respeito do EREM basta mandar um e-mail para sejarealistaufs@gmail.com. Durante a semana também estaremos fazendo passadas em sala para dar mais informações e tirar dúvidas sobre o EREM.

Ah sim, outra novidade é a programação que já está parcialmente fechada. Clique na imagem abaixo para visualizar melhor:

MESAS:

MESA 1- Resgate Histórico dos Modelos de Formação Médica-Rosana Vilela (NEMED-UFAL) e
– Igor Menegassi (CR NE 1)

MESA 2- Medicina muito além do biopsicossocial
– Francisco Passos (Diretor da FAMED-UFAL) e
– Cláudia Araújo ( CR NE 2)

PAINÉIS:

PAINEL 1- Tema: Resgate histórico e perspectivas futuras dos métodos avaliativos
– Igor Menegassi CR NE 1

PAINEL 2- Tema :Educação Médica
– Giulliana Feitosa FDABEM
– Rafael Correia – DAM UESB

OFICINAS MONOTEMÁTICAS
Momento de Gênero
Talita Rocha e Mariana Aragão ( DAPS)

Ato Médico ( Dinâmica do Júri Simulado)
Julyana/DAPS e Bira/DAMEFS

OFICINAS PLURITEMÁTICAS

1- Exame de Ordem (Fernando Tenório/CR NE 1)
2- Recepção de Calouros (Adriana Freitas/CR NE1/CSRPI)
3- Teatro do Oprimido (Mariana Pércia-CASH)
4- Modelos de gestão de Saúde (Carlos Almeida-CASH e CSRPI)
5- Mercantilização do trabalho (Júlio Onofre-CASH)

Vamo lá galera! Afinal EREM é só uma vez no ano 😉

Audiência Pública: nas vésperas do aniversário da UFS quem ganhou o bolo foram os estudantes. E não foi de chocolate.

maio 15, 2010 by

Audiência Pública é transferida para dia 26 de maio  Encontro tratará da contratação de professores, obras e restaurante universitário, entre outros pontos

O Reitor transfere, por motivo de incompatibilidade de agenda, audiência pública prevista para o dia 13 de maio, às 9 horas, no auditório da Reitoria, para o dia 26 de maio, a ser realizada no mesmo horário e local, com os seguintes pontos de pauta: 1) a expansão da UFS e a contratação de professores, a aquisição de equipamentos e a ampliação do espaço físico; 2) a questão da meia-passagem dos estudantes da pós-graduação, residentes do campus de Laranjeiras e os estudantes do Ensino a Distância; 3) a situação atual do Restaurante Universitário; 4) espaço físico para centros e diretórios acadêmicos; e 5) reestruturação do Hospital Universitário.

A Reitoria”

http://www.ufs. br/?pg=noticia&id=2347

Todo mundo aqui já tomou um bolo. E todo mundo aqui sabe que não é bom tomar um bolo. Imagine você marcar um encontro com uma semana de antecedência, se preparar durante toda a semana, comprando roupas novas, perfume, treinando o que vai falar quando encontrar a pessoa etc, e quando chega no dia a pessoa não aparece e você descobre só depois que ela tinha deixado de última hora, na noite da véspera do encontro, um recado dizendo que não iria por “incompatibilidade de agenda”. É pra se ficar muito puto, não é mesmo?

E o que dizer então quando o encontro é uma audiência pública com a reitoria? Quando o objetivo do encontro é conversar sobre as más condições da nossa universidade. Quando a comunidade acadêmica e toda a sociedade está no direito de receber explicações da reitoria sobre os diversos problemas que encontramos. Quando estudantes que acreditam na importância desse diálogo passam a semana abdicando do seu tempo de lazer, de descanso, passando nas salas e fazendo o possível e o impossível para divulgar essa audiência. E quando a reitoria, numa nota minúscula no site da UFS, em cima da hora, na noite da véspera de uma audiência marcada com uma semana de antecedência, diz que a audiência foi remarcada para mais de 10 dias depois por “incompatibilidade de agenda”, desrespeitando toda a comunidade acadêmica da UFS. É pra se ficar mais puto ainda, não é mesmo?

E aí então eu pergunto: incompatibilidade de agenda? Será mesmo? Será mesmo que o nosso querido REI-tor Josué Modesto só foi descobrir na noite anterior da audiência que não haveria espaço na agenda? E por que ele marcou essa audiência com uma semana de antecedência pro dia e horário específico então? Outra coisa, será que de fato o que o reitor foi fazer na quinta pela manhã era mais importante que uma AUDIÊNCIA PÚBLICA MARCADA COM UMA SEMANA DE ANTECEDÊNCIA COM A COMUNIDADE ACADÊMICA DA UFS E ABERTA A TODA SOCIEDADE? É inevitável, lendo todas essas perguntas só me vêem “não”s na cabeça.

Então, fica cada vez mais na cara que se tratou de uma manobra da reitoria para desmobilizar os estudantes. Para tentar enfraquecer todo o movimento que está sendo feito em prol de melhorias da universidade, desde toda a discussão no Fórum de Mobilização Estudantil sobre esses problemas, passando por todo o esforço em se organizar o ato público e terminando na dedicação dos estudantes em divulgar a audiência pública. Dos estudantes e SÓ dos estudantes. Vejam que esse tipo de coisa o “DAA Informa” não informa. Vejam que a reitoria, pateticamente, divulgou o cancelamento da audiência (“não venham, estudantes”) sem mesmo ter divulgado a própria audiência (que seria o “venham estudantes”), o que prova que o reitor Josué não quer meia com os estudantes, não quer diálogo nem nada que lembre democracia. É preciso ressaltar que durante toda a semana, estudantes que se organizam no Fórum de Mobilização Estudantil foram diversas vezes a reitoria em busca de um documento que comprovasse que a audiência estava marcada. Mas a gente recebia sempre como resposta um “volte depois” e por final um “ah, não precisa de documento não, a audiência tá marcada”. Ou seja, colegas, fica claro que já era sabido por parte da reitoria que não haveria audiência pública. Foi uma grande piada com a nossa cara. Foi uma grande piada com a cara dos estudantes da UFS. Foi uma grande piada com os professores e servidores. Foi uma grande piada inclusive com a sua cara também, que está lendo esse texto e faz parte da universidade.

Sim, estamos muito putos! Mas não adianta sentar e chorar. É preciso transformar toda a indignação em movimento. É preciso que nós estudantes não nos conformemos em sermos alvos de piada sem graça. É preciso mais ainda que compareçamos em peso à audiência do dia 26, para mostrar que se a reitoria adia audiência, NÓS NÃO ADIAMOS A MOBILIZAÇÃO!

Para saber os motivos da audiência pública, basta conferir:

Texto escrito por Jean Prestes
Acadêmico do 3º período de medicina da UFS

A medicina, o salário e os sorrisos

maio 15, 2010 by

No dia em que o primeiro ser humano na história se preocupou e tentou cuidar da saúde de alguém, provavelmente não se tinha descoberto a roda, provavelmente não se controlava o fogo, mas provavevelmente já existiam sorrisos e algum tipo de alegria. E foi justamente a falta desses sorrisos e dessa alegria, por algum problema de saúde, que provavelmente motivou o primeiro ser humano na história a cuidar da saúde de alguém e assim exercer minimamente algo que viria a ser chamado de medicina.

Hoje, nessa tal medicina nós sabemos que esse cuidado verdadeiro com a saúde de alguém, com a manutenção dos sorrisos e das alegrias, não é mais em geral o maior motivador do exercício médico. Hoje, a motivação é o status de ser médico. O próprio jaleco, um mero acessório de proteção individual, e o estetoscópio, um mero instrumento para ausculta cardíaca, se tornaram símbolos de poder. E por que será que ser médico hoje dá tanto status? E onde foi parar a essência do ato de cuidar?

A sociedade em que vivemos é uma sociedade onde o homem explora o próprio homem. Onde pessoas passam fome, vivem na miséria, para que haja o enriquecimento de uma minoria no mundo. O grande motivador das relações humanas é o dinheiro. Não há uma mínima preocupação, por exemplo, em se demitir funcionários e fazer com que mais pessoas fiquem sem empregos e tenham dificuldades em manter a própria sobrevivência e a sobrevivência da família se tudo isso fizer com que os lucros da sua empresa aumente e você se torne mais rico para futilizar a sua sobrevivência com carros do ano, grandes mansões e outras coisas que são supérfluas em comparação à grande miséria que existe hoje no mundo. A verdade é que o mundo está deteriorado, e nós temos culpa direta nisso.

É dentro desse contexto que se encontra hoje a medicina. O interesse não é verdadeiramente cuidar da saúde das pessoas. Cuidar da saúde das pessoas é simplesmente um meio para se conseguir muito dinheiro e, consequentemente, muito status. Hoje tem gente chamando pacientes de “clientes”. Hoje há uma preocupação em se atender bem meramente para se conquistar o cliente. A medicina está extremamente capitalizada. A saúde extremamente mercantilizada. Hoje, queremos recuperar o sorriso apenas de quem tem dinheiro para pagar por isso. Provavelmente o primeiro homem na história que se preocupou com a saúde de alguém, numa época onde não existia roda nem fogo, se preocuparia hoje com a situação em que vivemos.

Estamos vivendo uma época de grande evolução das tecnologias. E a medicina não foge a isso. Eletrocardiogramas, ressonâncias magnéticas, cirurgias a laser. Nos gabamos de termos uma medicina cada vez mais evoluída, com instrumentos cada vez mais de última geração, com técnicas de diagnóstico avançadíssimas. Mas devemos nos perguntar e responder com sinceridade: a quem tudo isso tem servido? Será que o objetivo dessas tecnologias todas é fazer a manutenção de sorrisos e alegrias? Tem muita gente que não consegue sorrir, por estar passando fome, e que nunca saberá o que é uma ressonância magnética na vida.

Eu faço um convite àqueles que se importam com o sorriso e a alegria das pessoas, que se identificam mais com o primeiro ser humano na história que se preocupou com a saúde de alguém do que com toda essa exploração que anda acontecendo no mundo. Ainda é possível ser médico na essência. É possível atuar na saúde pública, se dedicando aos sorrisos daqueles que mais precisam. É possível lutar para que o SUS, fruto de movimentos históricos, possa ser na prática o que ele é na teoria. É possível atuar nas comunidades mais carentes, visitando as casas daqueles que têm menos condições de se deslocar para procurar atendimento. É possível enxergar o jaleco e o estetoscópio como instrumentos de luta e não de status. É possível ser um profissional que faça algo que tenha sentido para o mundo.

Sejamos verdadeiramente grandiosos. A grandiosidade não está na condição financeira, no carro ou na mansão. A grandiosidade está na sua atuação no mundo enquanto ser humano que faz parte desse mundo. Sejamos tão grandiosos, ao ponto de evoluirmos em direção à pré-história, onde existiu um homem que pela primeira vez na história se preocupou com a saúde de alguém, num tempo em que não havia fogo, roda, jaleco, estetoscópio, mas existiam sorrisos e as pessoas se peocupavam com eles.

Texto escrito por Jean Prestes
Acadêmico do 3º período de medicina da UFS

Cartaz da audiência com o REItor

maio 11, 2010 by

Audiência pública com o reitor na quinta (13/05)!

maio 9, 2010 by

Digae estudantada!

Conforme divulgado pelo boletim passado, ocorreu na última quinta-feira um ato público puxado pelos centros e diretórios acadêmicos e coletivos que se organizam no Fórum de Mobilização Estudantil – FME, com o objetivo de se conseguir uma audiência pública com o reitor Josué para que ele possa explicar pra toda a comunidade acadêmica e também pra sociedade (que paga os impostos que mantém a universidade) sobre os diversos problemas da UFS (falta de estrutura e professores, precariedade do RESUN, falta de espaços físicos para os centros acadêmicos, a perda do direito por parte de alguns estudantes à meia passagem e o REHUF, programa de reestruturação dos hospitais universitários que foi aprovado sem um mínimo de diálogo com os funcionários e estudantes). E temos uma boa notícia:

O ATO SAIU VITORIOSO!

Conseguimos que o reitor marcasse a audiência pública para a próxima quinta (dia 13) às 9h no auditório da reitoria.

Mas a luta não termina aí!

Precisamos marcar presença na audiência para cobrar explicações sobre a situação da nossa universidade. E, especificamente para nós, estudantes de medicina, cobrar explicações sobre o “tal REHUF” que ninguém ainda conhece bem.

QUINTA-FEIRA, 9H, AUDITÓRIO DA REITORIA

Confira os vídeos do ato de quinta-feira passada (06/05)

ESTUDANTES MOBILIZADOS POR MELHORIAS NA NOSSA UNIVERSIDADE!

Newton X DAA

maio 9, 2010 by

A ciência sempre evolui. Novas teses são formuladas e ficam como verdades durante séculos, anos, meses, dias… Até que alguém consiga provar o contrário. Sempre estudamos na Física aquela velha frase de Newton: dois corpos não podem ocupar, ao mesmo tempo, um mesmo lugar no espaço. Entretanto, a Universidade Federal de Sergipe, através do DAA, formulou uma tese contrária e a pôs em prática. Uma das turmas do segundo período de Medicina tem aula prática de microbiologia geral no mesmo horário e no mesmo espaço que outra turma de outro curso, mas a mesma matéria. E, infelizmente, eu como aluno de tal turma concluí que a tese do DAA é falha, pois é inviável a aula dessa maneira. Por tanto Newton, nessa, venceu…

Mas não pense que a produção cientifica do DAA parou por ai…Eles formularam outra tese:

“Aula de Embriologia em Local Indeterminado…”. Agora pensem um pouco: como pode ser uma aula em um lugar não determinado? É simples a resposta: não há aula. É uma pena, mas a segunda tese do DAA caiu. E os alunos como é que ficam? Ficam sem aula.

Sobre tudo isso que ocorreu, escrevi, na 3ª semana, uma carta que teve o apoio de alguns alunos da turma de medicina 2009/2 e a entreguei ao chefe do Departamento de Morfologia para que o DMO tomasse alguma providência, pois não podemos ficar sem as aulas.  O chefe do DMO ficou de responder as cartas e de tentar resolver os problemas. Ele disse que o problema é a falta de microscópio e que já havia feito o pedido e quando os microscópios chegarem as aulas de Microbiologia voltariam ao normal em outra sala e as de Embriologia seriam transferidas do “local indeterminado” para outra sala (local determinado). Mas, estamos na 7ª semana de aula e nada de microscópios!!!

E os professores, o que fizeram em relação a essas teses furadas? O que podiam, né! A professora de Microbiologia alterna com o outro professor as aulas. Já o professor de embriologia alterna suas aulas práticas com outra turma. 

De repente o DAA pensou que as salas de aula fossem assim:


Texto escrito por Luís Filipe (Polinômios)
acadêmico do 2º período do curso de medicina da UFS

Vem aí…EREM 2010!

maio 9, 2010 by

E ae, galera,

Falta menos de um mês para o XIV Encontro Regional dos Estudantes de Medicina – EREM. O encontro terá como tema “Que médico vou ser quando crescer? Uma questão permanente” e será realizado na cidade de Ilhéus-BA nos dias 3, 4, 5 e 6 de Junho

Valor do primeiro prazo (até 24/05): R$ 50,00

 

MAS O QUE É O EREM? 

Os estudantes de Medicina do Brasil possuem uma entidade representativa chamada DENEM – Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina – que possue como principais bandeiras a melhoria da educação médica e das condições de ensino em nossos cursos e a luta por uma saúde 100% pública, universal e de qualidade. A DENEM promove diversos encontros estudantis durante o ano por todo o país para a discussão de temas de interesse dos estudantes. Um deles é o EREM, encontro que abarca escolas médicas das regionais do Brasil. Por questões de deslocamento, o Nordeste foi dividido pela DENEM em duas regionais: NE1 (Bahia, Sergipe e Alagoas) e NE2 (os demais estados nordestinos, exceto o Maranhão). O EREM Ilhéus será o EREM 2010 da NE1. Em 2009, o EREM aconteceu aqui na Universidade Federal de Sergipe, sediado pelo CAMED-UFS.

 O QUE ACONTECE LÁ?

Como todo encontro estudantil, acontecem no EREM vários espaços de discussão entre os estudantes: oficinas, mesas, palestras, painéis, apresentações lúdicas e culturais, além de festas para integrar a galera, já que ninguém é de ferro, hehe. O EREM com certeza é um encontro que marca e quem volta de lá já fica ansioso para o próximo encontro. A maioria dos membros do Coletivo passaram a se interessar mais pelo movimento estudantil com a construção do EREM Aracaju, no ano passado. Até pré-calouros ajudaram na construção do encontro! 🙂

 O EREM desse ano, como o próprio tema diz, “Que médico vou ser quando crescer? Uma questão permanente”, está mais voltado para discussões sobre educação médica, sistemas de saúde e de como se dá a formação do estudante de medicina. Nós, estudantes, estamos inseridos numa universidade, a qual está inserida em uma cidade, um estado, um país, num contexto global, etc. Também estamos inseridos numa sociedade. É fato que a depender do tipo de educação que recebermos, diferentes formas de ação na sociedade serão possíveis. É necessário entender: Durante o curso, o que, como, porque e para que os estudantes estão estudando e quando o estudante se forma, como, onde e para que(m) o médico trabalha. A Universidade não é uma ilha, algo à parte. Ela se relaciona constantemente com a sociedade e com todas as classes. O que precisamos questionar é que tipo de relação é essa que é feita hoje.

Quanto à Programação… será fechada em breve, aguardem! 😉

Só pra lembrar…EREM só tem uma vez no ano, por isso é IMPERDÍVEL!!!

COMO FAÇO PARA ME INSCREVER?

As inscrições para o EREM 2010 já estão abertas e o valor do primeiro prazo (até 24/05), incluindo alojamento, café, almoço e janta será de R$ 50,00. Embora o EREM seja daqui a 1 mês, é sempre bom nos organizarmos com antecedência. Para fazer a sua inscrição, CLIQUE AQUI.

PRAZOS DE INSCRIÇÃO

1º Prazo: até 24 de maio
R$ 50,00 – Pacote 1
R$ 30,00 – Pacote 2
2º Prazo: 24/05 a 03/06
R$ 60,00 – Pacote 1
R$ 30,00 – Pacote 2

Pacote 1
Programação + Alimentação + Alojamento
Pacote 2
Programação apenas

ACESSE:

Blog do EREM

http://www.erem2010ilheus.blogspot.com/

Comunidade

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=101636213

Dúvidas ou interesses em ir para o EREM 2010 – Ilhéus, basta mandar um e-mail para sejarealistaufs@gmail.com.

SAUDAÇÕES ESTUDANTIS! 😉

Ato público unificado dos estudantes da UFS na quinta-feira às 9h da manhã

maio 3, 2010 by

Um alô aos nossos colegas de curso!! 🙂

Um alô e um chamado, na verdade.

Na quinta-feira ocorrerá, na nossa querida Universidade Federal de Sergipe, um ATO PÚBLICO, puxado pelo Fórum de Mobilização Estudantil – FME, que reunirá estudantes de toda a UFS para cobrar da Reitoria uma AUDIÊNCIA PÚBLICA para esclarecer a comunidade acadêmica sobre diversos pontos, como a situação do RESUN, o REHUF, Transporte Coletivo, a estrutura da UFS e as salas dos Centros Diretórios Acadêmicos (a discussão de alguns temas já foi colocada nos posts passados). A concentração pro ato será às 9h da manhã na Pracinha da Didática 1.

E POR QUE EU IRIA PRA ESSE ATO?

Bom, vários são os motivos. Existem diversos aspectos no nosso curso e na universidade em geral que merecem melhorias. E muito desses pontos coincidem com reivindicações de outros cursos. Por isso é importante que TODOS os estudantes da UFS se mobilizem e se unam nessa luta por melhorias, e cabe também a nós, estudantes de medicina, colaborar nessas reivindicações.

Segundo que, todos sabem, normalmente nós estudantes de medicina somos vistos por estudantes de outros cursos como a galera que se isola, que não se integra com outros estudantes, que vive num mundo a parte dentro da universidade. Eu não acho que isso deva ser verdade. E eu acredito que você que tá lendo o boletim também não. Portanto cabe a nós mudar essa imagem negativa. A participação em peso da GALERA DE MEDICINA nesse ato é uma chance de mostrarmos que estamos sim preocupados com o futuro da Universidade e queremos nos unir aos outros estudantes nessa construção coletiva.

Por isso, colegas, façamos um esforço para comparecer nesse ato e ajudar na luta por uma UNIVERSIDADE DE QUALIDADE para nós!

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  • TRANSPORTE COLETIVO

Com relação ao transporte público, nós estudantes fomos pegos de surpresa com o fato de que o Cartão Mais Escolar foi suspenso para alunos de cursos à distância, pós-graduação e pré-vestibulares. Além do mais, o Setransp – Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município de Aracaju – também quer retirar o passe de estudante que mora perto da escola. Achamos que a Reitoria tem o dever de comprar essa briga em prol dos estudantes e cabe a nós exigir um posicionamento nesse sentido.

[Leia mais no site do Cinform]

[Leia mais no site da Infonet]

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  • ESTRUTURA DA UFS

Nós viemos acompanhando, ao longo dos últimos anos, diversos problemas estruturais na Universidade Federal de Sergipe. Problemas esses que, na nossa leitura, foram agravados com a aprovação do REUNI em 2007. Nós da medicina temos problemas com aulas práticas no HU; os estudantes de direito estão com aulas agendadas para a Didática VI (que ainda não foi construiída); estudantes de Educação Física têm uma piscina interditada há 2 anos; estudantes de Comunicação possuem apenas três câmeras fotográficas para várias turmas; a galera dos cursos de Laranjeiras também enfrentam problemas com falta de professor. E aí fica a pergunta: O QUE FALTA PARA QUE NÓS ESTUDANTES NOS MOBILIZEMOS PERANTE ESSA SITUAÇÃO? Devemos cobrar esclarecimento da Reitoria!

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  • SALAS DOS CENTROS E DIRETÓRIOS ACADÊMICOS

Historicamente os Centros e Diretórios Acadêmicos sempre foram importantíssimo na luta pelas melhorias nos cursos, na universidade e chegaram até a ter participação fundamental em lutas histórias na sociedade em geral. Tendo em vista isso, achamos fundamental que seja garantido o direito a estruturas físicas que permitam a organização desses estudantes em seus CAs e DAs. Porém, os setores burocráticos da UFS não pensam o mesmo. A galera de Engenharia Florestal teve a sala do centro acadêmico tomada para a construção de um banheiro, e atualmente é o pessoal de Letras que, com a divisão do departamento de Letras, corre o risco de perder também a sala do centro acadêmico. Daqui a pouco acontece o mesmo com a nossa sede do Camed, já pensou? A organização em centros acadêmicos é um direito que interessa diretamente a nós estudantes e devemos lutar por isso, e não esperar sentado que isso se resolva por si só!

E o REHUF passa na surdina na UFS…

maio 2, 2010 by

Companheir@s,

Dentro do pacote do governo para a “expansão e reestruturação” do ensino superior no Brasil, mais um elemento ganha destaque nessa problemática: O REHUF (Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais). Esse projeto, aprovado sem discussão com os atores que atuam nas universidades, é passado para a comunidade universitária como uma oportunidade de ampliar a estrutura física dos hospitais universitários.

Ate aí não há nenhum problema. O engodo dá-se na forma como os hospitais serão estruturados. Entre outros fatores podemos destacar: O gerenciamento empresarial da instituição. Parceria direta com a iniciativa privada, acarretando um direcionamento ainda maior de nossas pesquisas e dos projetos de extensão para o setor privado. Além disso, o plano prega o fim das licitações e prestações de contas. Como saberemos onde o dinheiro investido está sendo usado? Flexibilização das contratações, que não contemplam – por exemplo – o direito a greve pelos trabalhadores. A produtividade é medida pela quantidade de serviços e não pela qualidade em si. Ademais, como conseqüência de tudo, teremos uma formação médica voltada inteiramente para os interesses do mercado e não uma formação socialmente referenciada.

Por fim, acreditamos que o REHUF não é apenas uma busca por solução técnica dos problemas da saúde pública. Esse plano sinaliza uma proposta política direcionada para o fomento do setor privado.


Texto escrito por Paulo Pontes
acadêmico do 3º período do curso de medicina da UFS

Leia mais sobre o REHUF: